As tristezas passageiras
Ola amigos
Eu gosto tanto da nossa turma que iniciei, junto com o Baixo e o Gibão, o projeto de escrever um livro sobre o movimento que nos levou a mesma escola. A história da turma, vista a distância, tempos depois, tem uma trajetória que podemos chamar de gloriosa, pois, em um tempo onde os jovens não tinham amplitude de expressão, os meios de comunicação eram censurados e as noticias não eram difundidas com tanta rapidez, os estudantes que fizeram vestibular para a Escola Nacional de Química e não foram classificados (nós) iniciaram um movimento apolítico, sempre em paz e que teve como resultado a criação de uma faculdade pública e o início das aulas 60 dias depois de iniciado o movimento. Isso mesmo: 60 dias depois de iniciado o movimento. Inacreditável mesmo e creio que a maioria dos nossos nunca se deu conta de como o movimento foi rápido. Uma tarefa da qual podemos e devemos nos orgulhar.
O projeto de escrever o livro está em andamento e todo o seu desenvolvimento pode ser verificado neste blog que publica as noticias referentes ao seu andamento.
Na alegria imensa de desenvolver este projeto sinto uma tristeza grande ao constatar que a maioria dos nossos colegas não responde aos nossos pedidos de informações, não visita o blog nem faz comentários a respeito das notícias publicadas. Assim, não podem ver as conquistas que fizemos, se alegrar com os resultados da nossa luta, nem se emocionar com o levantamento de tantas historias bonitas que compuseram a história da nossa turma. Sinto esta tristeza mais pelos que não vêm e não participam desta nova etapa da nossa luta.
Na verdade a alegria de trabalhar neste projeto é muito grande e ofusca a tristeza que é momentânea, passa logo e volto a pedir aos colegas para responderem ao questionário, para visitarem o blog e deixarem mensagens, críticas e sugestões.
É um prazer muto grande fazer parte desta turma e ser amigo de vocês.
Um abraço

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