05 novembro 2009

SINOPSE
Em 1966 mais de 800 jovens prestaram vestibular na Escola Nacional de Química. A área era apreciada por aqueles que tinham visão de futuro, com o objetivo de trabalhar na criação de uma indústria de base forte, na busca de melhores condições de vida para a população e da afirmação tecnológica do país.
A ENQ tinha 100 vagas disponíveis. Os aprovados além dos 100 primeiros classificados foram considerados excedentes, excediam a quantidade de vagas existentes e não podiam frequentar a faculdade. O sonho tornou-se pesadelo.
Os jovens vestibulandos contestaram a exclusão social que estava sendo efetivada pela universidade, não se conformando com a discriminação. Desencadearam um movimento pelos seus direitos: tinham passado no vestibular e queriam vagas para estudar.