05 novembro 2009

A PESQUISA

A PESQUISA
Para escrever o livro foi necessário realizar uma longa pesquisa, que durou três anos e foi desenvolvida em três frentes, a saber:
1.- Pesquisa da memória do movimento, contemplando lembranças dos protagonistas e atores. Inicialmente foi elaborado um questionário encaminhado por email a cada um dos envolvidos, visando a contextualização dos fatos; em seguida foram feitas entrevistas diretamente com diversos dos participantes dessa aventura. A cada entrevista mais pessoas eram lembradas como importantes para dar seus depoimentoa, o que aumentou muito o horizonte inicial das entrevistas. Estas foram gravadas e depois transcritas, de forma profissional, para o meio impresso visando facilitar a avaliação, conferência e confirmação das informações, para então serem usadas no relato. Foram realizadas entrevistas com 21 colegas, da Rural e de Curitiba, e três mães do movimento. Algumas destas entrevistas estão no corpo deste blog e outras serão adicionadas sequencialmente.

2. Pesquisa documental, envolvendo consultas a periódicos e revistas da época, na Biblioteca Nacional e em acervo próprio de colegas, que mantiveram recortes e documentos guardados com muito carinho e competência, como se soubessem que um dia seriam usados para contar a história da história que construíram; como guardiões da memória se sobressaíram a Telma Bravo, o Marcos Antônio Surf Boy e o Vitor Catramby. No período mencionado - de fevereiro/1966 a abril/1966 - o assunto “luta dos excedentes da química” saiu, todo dia, em pelo menos dois jornais importantes, entre eles Diário de Notícias, Jornal do Brasil, Última Hora e o Globo, com direito ainda a diversas reportagens de capa, editoriais, informes políticos, ensaios e charges.
As reportagens consultadas e que serviram de base para a elaboração do livro, dando consistência e confiabilidade a história, constituem uma valiosa fonte de pesquisa para quem quiser se aprofundar no assunto e foram todas digitalizadas. A documentação vai ser disponibilizada em título próprio neste blog, dividida por periódico (p.e. PESQUISA - Jornal CORREIO DA MANHÃ) para facilitar a pesquisa:

3. Pesquisa junto a instituições públicas que tiveram relação com o assunto, a saber:
3.1. em documentos da URB/UFRRJ;
3.2. em Atas do Conselho Universitário da URB/UFRRJ: cópia da Deliberação 05/66 do CONSU que aprovou a criação do nosso curso encontra-se abaixo:












3.3. em documentos do Conselho Federal de Educação, hoje Conselho Nacional de Educação: cópia do Parecer 524/68 do CFE favorável a aprovação do Curso de Engenharia Química, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, encontra-se em a seguir:














3.4. junto a outros órgãos federais: cópia do Decreto nº 63.959, de 6 de janeiro de 1969, que concede reconhecimento ao Curso de Engenheiro Químico da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, assinado pelo Presidente da República A. Costa e Silva:













4. Pesquisa fotográfica junto aos nossos colegas e outras fontes, o que nos permitiu fazer um verdadeiro painel turístico/social/esportivo/social/emotivo do período que convivemos na Rural e depois, no pós faculdade, quando dos encontros qüinqüenais, o que nos mostra a evolução da turma através dos anos.
O registro fotográfico:

















Outros painéis estao sendo preparados e
serão adicionados proximamente.




5. Pesquisa de desenhos, cartazes, convites, documentos relacionados a época, alguns se tornando verdadeiros símbolos para a turma. Documentos como o estudo para elaboração dos cartazes dos dois primeiros bailes realizados, os cartazes nas versões finais, os convites do baile oferecido pela turma aos calouros de 1967 (ambos idealizados e executados pelo Surf Boy), os diversos logos em plástico aderente, foram cuidadosamente resgatados e estão disponibilizados a seguir: